A Relapse Records anunciou o lançamento de um álbum ao vivo do lendário Death. O trabalho na realidade trata-se de uma compilação de dois shows em CD duplo. Ambas as apresentações são de 1998, sendo que o primeiro foi realizado no Whisky A Go Go, em Hollywood - Califórnia e o segundo festival holandês Dynamo Open Air, em Eindhoven. O registro terá o nome de Vivus.
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Divulgada a capa do álbum ao vivo do Death
05 dezembro, 2011.
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Saulo Baldim Gandini
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Disma - Towards The Megalith
07 novembro, 2011.
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| Disma - Towards The Megalith (Profound Lore Records) |
O tempo anda tenso pra me deixar fazer resenhas aqui no Baron’s Hell (aliás pra atualizar qualquer porra), tenho uma fila que só cresce, porém é complicado quando um material desses é lançado e eu não consigo escrever uma vírgula sequer. Preciso fazer isto hoje, mesmo que vá me atrapalhar amanhã no trampo (já é 3h da madruga). Faz umas duas semanas que venho consumindo e degustando este material, logicamente por MP3, até porque descobri que a Profound Lore, assim como a Southern Lord são meio lentas pra enviar pedidos, mas como eu também sou lento pra atualizar, tá tudo em casa, metalêro, tudo lendo e vagabundo. Vai chegar minha cópia em CD (infelizmente ainda não saiu o vinil do play, mas sairá via Doomentia Records e possivelmente pegarei, o problema lá é que será em euro), porém a resenha vai ser feita em cima dos arquivos MP3 mesmo, antes que eu me atrapalhe com mais coisas pra fazer e não escreva porra nenhuma. Primeiro este material é sério candidato a melhor material do ano. Sem brincadeira irmãos e irmãs apreciadores do mais evil e lento Death Metal. Pelo menos na minha lista, e não que valha muita coisa minha opinião, mas tento no meu parco tempo acompanhar todos os lançamentos mês a mês e a quantidade boa de material sendo lançado tá OK e mesmo assim o Disma continua peitando todos de igual pra igual, isto se não for de cima pra baixo cuspindo bonito no meio da fuça. Competições a parte (pouco importa mesmo) falo do álbum que é o que interessa. O Disma é formado por membros de duas bandas que eu pago uma madeira e respeito, Incantation e Funebrarum. Originalmente foi criado pelas guitarristas Bill Venner (Incantation) e Daryl Kahn (Funebrarum e ex-Assück), depois entrou o batera Shawn Eldridge (Funebrarum), o baixista Randi Stokes e a lenda no vocal, Sr. Craig Pillard (ele só foi o responsável pelos clássicos Onward To Golgotha e Mortal Throne Of Nazarene, gravou com eles novamente em 2008 no EP Blasphemous Cremation). Então senhores, com uma formação destas não dá pra esperar pouca coisa, digamos que no mínimo um álbum médio, mas a expectativa era de algo bom prá cima, principalmente depois da demo de 2009. Eu só não imaginava que seria ótimo ou excelente, ou caraio que seja. Quando fiquei sabendo do play, lembrei do Funerus do John McEntee e imaginei que fosse algo na mesma linha, pensei que fosse seguir a linha do Funebrarum também, e sim, até é digamos que perto dos dois, mas é melhor (que o Funerus) e mais lento (que o Funebrarum), mais denso, pesado e arrastado, dá até pra acompanhar as baquetadas do Shawn Eldridge, aliás parece que o mesmo está em tocando em slow downdevido a tanta má vontade que o filho da puta faz seu trampo. Digamos que se for pra aproximar algo ao que o Disma reproduz poderia citar o Portal ou o Evoken, mais do segundo do que do primeiro, porém com características totalmente diferentes, até porque o Disma é muito mais Death Metal com uma pegada "Doom". Bom, chega de comparar e foda-se as semelhanças, o que temos aqui é um puta álbum lindo, feito pra levantar a mais podre alma, sentir cada riffezinho macabro, acompanhar os blast beats dos tacapes ignorantes de Shawn Eldridge e o fedor denso e urrado do vocal de Mr. Craig. Eu não consigo falar mais detalhes do play, é sério, se você curte Death Metal Old School tem que ouví-lo brô. Abaixo coloco três das melhores amostras deste material, a mais veloz Of A Past Forlorn (pra mostrar que eles podem ser mais velozes), a música Vault of Membros vem lá da demo de 2009 que recebia o mesmo nome e tinha um acabamento mais necro e a que encerra o play (escute até o finalzinho, em silêncio e em bom volume) Towards the Megalith. Ah é, e tem a arte maravilhosa da capa (clica no thumb da capa aí em cima pra ver os detalhes da dita cuja), pintado pelo batera. Pouca coisa né? E tem gente perdendo tempo ainda tentando entender o novo do Morbid Angel... (Por: Vinicius Vidal)
PS: Resenha publicada originalmente no Web-Zine Baron´s Hell
PS: Resenha publicada originalmente no Web-Zine Baron´s Hell
Contato: www.myspace.com/dismadeathmetal
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Saulo Baldim Gandini
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Morbid Saint - Spectrum Of Death
27 outubro, 2011.
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| Morbid Saint - Spectrum Of Death (Avanzada Metalica) |
Certifique-se de estar preparado para surpreender-se antes de colocar esse álbum para tocar, pois Spectrum Of Death dos americanos do Morbid Saint é um dos trabalhos mais brutais já realizados por um grupo de Thrash Metal em todos os tempos. De fato quando nos lembramos de extremismo no Thrash Metal logo nos vem a cabeça clássicos absolutos como Reign In Blood, Darkness Descends e Pleasure To Kill, só para citar alguns exemplos. Bem, posso afirmar aqui que não seria exagero algum acrescentar Spectrum Of Death nesta lista, pois se trata de um registro magistral. A primeira coisa que salta os olhos é sua horrenda e chamativa capa, trazendo uma espécie de demônio esquelético, que combina perfeitamente com a proposta agressiva do trabalho. A segunda é a produção, realizada no Opus Recording, que soa extremamente crua, deixando as músicas ainda mais mortíferas, como se fossem autênticos murros na cara! Musicalmente o Morbid Saint apesar de ser um grupo americano, possui uma sonoridade com um acento totalmente germânico, devido aos vocais incomparáveis de Pat Lind (confesso que suas linhas vocais foram a coisa mais próxima que eu ouvi de alguém estar possesso por um demônio), os riffs “serra elétrica” da dupla Jim Fergades e Jay Visser, o baixo marcante e audível de Tony Paletti e a bateria veloz e cheia de mudanças de tempo de Lee Reynolds. As oito faixas que compõem esse clássico são bem variadas, dotadas de variações que nunca deixam o ouvinte entediado. Assim ao lado de músicas curtas como Burned At The Stake e Damien, temos também composições épicas como Assassin (que supreende pelas diversas alterações e mudanças de andamento. Com certeza uma das melhores músicas que já ouvi no Thrash Metal) e Scars (com um refrão memorável). Outras faixas que se destacam são Lock Up Your Children e a violentíssima Crying For Death. Spectrum Of Death é um dos mais subestimados e brilhantes álbuns já escritos. Uma pena o grupo não ter conseguido atingir um reconhecimento maior, pois potencial esses maníacos tinham de sobra e com certeza mereciam uma atenção maior. Altamente recomendado! (Por: Saulo Baldim Gandini)
Contato: www.morbidsaint.com/
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Saulo Baldim Gandini
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Nachzehrer - Pestilence Hungers In The Shadows
23 outubro, 2011.
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| Nachzehrer - Pestilence Hungers In The Shadows (Demons Gate Records) |
A banda norte-americana Nachzehrer (nome inspirado em um tipo de vampiro do folclore alemão) foi formada em Boston, Massachusetts em 2009 e conta atualmente com Hräsvelg (vocal), Draak (guitarra), Amorok (guitarra), Czarnobóg (baixo) e Diablo (bateria). Em 2010 o grupo soltou uma demo, intitulada Black Thrash Ritual, antes de lançar esse EP, denominado Pestilence Hungers In The Shadows. O som está muito bem produzido, seguindo a linha do Black/Thrash Metal, me lembrando um pouco o som que os alemães do Desaster faziam na época dos álbuns A Touch Of Medieval Darkness e Hellfire´s Dominion, mesclado com alguma coisa do Black Metal sueco. Esse EP contém seis composições extremamente devastadoras, dotadas de riffs agressivos, pique quebra-pescoço e os vocais gritados e violentos de Hräsvelg. Nada de frescuras e viadagens do tipo neste registro, apenas um som cru, ríspido e direto. Todas as faixas merecem destaque, pois mantém um nível elevado. Pestilence Hungers In The Shadows não trás nada de original, o que para mim pouco importa, mas chama a atenção pela honestidade e a forma impiedosa de executar suas pedradas. Gosta da sonoridade de grupos como Nifelheim, Desaster e Absu? Não deixem de conferir esse trabalho Nachzehrer! (Por: Saulo Baldim Gandini)
Contato: Myspace - www.myspace.com/nachzehrer666
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Absu: Novo álbum será lançado no Brasil pela Dying Music
13 outubro, 2011.
O novo álbum dos americanos do Absu, intitulado Abzu, será lançado no Brasil via Dying Music. O grupo celebra seus 21 anos de existência, com mais um álbum caótico e intrincado, do seu já conhecido Mythological Occult Metal. Preparem-se para o caos!
Contato: Dying Music - www.dyingmusic.com
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Immolation - Majesty And Decay
10 outubro, 2011.
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| Immolation - Majesty And Decay (Nuclear Blast Records) |
O Immolation é uma verdadeira instituição do Death Metal americano, responsável por lançar diversos álbuns clássicos e de referência para o metal extremo como o esplendoroso debut Dawn Of Possession (um dos melhores registros gravados sob o rótulo Death Metal), Here In After, Close To A World Below e Unholy Cult. Após um intervalo de três anos em relação ao seu último trabalho (Shadows In The Light), mais uma vez a história se repete e Majesty And Decay, o novo álbum deste insano quarteto, tem tudo para futuramente entrar neste seleto grupo de registros citados acima, pois possui qualidades latentes. O Immolation é um grupo que possui algumas particularidades excepcionais, a começar pelos seus riffs (sempre intricados e de difícil assimilação) e o trabalho caótico da cozinha (que soa absurdamente técnica e com várias mudanças de tempo). Fora isso os vocais monstruosos de Ross Dolan soam mais uma vez perfeitos aqui. A princípio Majesty And Decay pode soar um pouco estranho aos ouvidos, devido ao nível de complexidade das composições já descrito acima, o que faz o ouvinte ter que prestar atenção em cada detalhe para entender o que está acontecendo. Mas garanto que no final esse esforço torna-se mais do que compensador. O álbum possui faixas bastante variadas o que fica difícil apontar algum destaque, mas The Purge, Majesty And Decay (brilhante), Divine Code (absurdamente brutal), A Glorius Epoch e a fantástica e melhor do álbum The Rapture Of Ghosts, com certeza nos rendem vários minutos de prazer deathmetálico. Realmente é complicado descrever a sensação de ouvir um registro como Majestic And Decay, pois é um álbum magistral e que merece estar na coleção de todo admirador maníaco por Death Metal. (Por: Saulo Baldim Gandini)
Contato: Myspace - www.myspace.com/immolationny
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Morbosidad / Perversor - Invocaciones Demoníacas
28 setembro, 2011.
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| Morbosidad / Perversor - Invocaciones Demoníacas (Nuclear War Now! Productions) |
A Nuclear War Now! Productions sempre foi um selo que primou em lançar materiais de extrema qualidade no underground mundial e, mais uma vez, Yosuke (responsável pelo selo) não nos decepcionou. Esse Invocaciones Demoníacas é um split que contém dois dos mais malditos nomes da cena extrema mundial em uma negra aliança: Morbosidad e Perversor. Cada um dos grupos apresenta seis composições extremamente odiosas e bestiais. Quem abre o trabalho é o já conhecido Morbosidad que nos brinda com seu tradicional Black/Death calçado em nomes como Blasphemy e Beherit. Destaque para as violentíssimas Secta Invocación, Falso Profeta, Gloria Em Trono La Bestial e Sacristia Clandestina. Após o holocausto nuclear do Morbosidad, quem entra destruindo tudo são os chilenos do Perversor. Confesso que não conhecia o som desses maníacos e no final tive uma grata surpresa. Blackned/Death/Thrash Metal em sua forma mais crua, violenta e impura! Uma ode ao ódio! As composições que mais me chamaram a atenção foram Hordes Del Mal, La Sed de Satanás e Metal Massacre. Um lançamento indicado somente aos verdadeiros hellbangers cultuares do mais extremo e profano Metal. (Por: Saulo Baldim Gandini)
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Toxic Holocaust e Midnight lançam split 7"EP para ajudar japoneses
21 setembro, 2011.
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| Toxic Holocaust & Midnight - Capa do split 7"EP |
As bandas americanas Toxic Holocaust e Midnight se juntaram para o lançamento de um split 7"EP em ajuda as vítimas japonesas do tsunami. O lançamento é da Relapse Records e pode ser adquirido aqui. O 7"EP é limitado em uma única prensagem de 1000 cópias e o vinil vem nas cores da bandeira japonesa. O trabalho apresenta as faixas A.T.O.M.I.C. do Toxic Holocaust e Destroy Tsunami´s Power do Midnight. Ambas as músicas são exclusivas para este lançamento. O split apresenta uma arte de capa exclusiva de Daniel "Sawblade" Shaw (Toxic Holocaust, Insect Warfare e Coffins). Todos os pagamentos irão para a Cruz Vermelha para organizar a ajuda as vítimas do desastre.
Fonte: Satanic Militia Magazine
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Saulo Baldim Gandini
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Amon: Mixando novo trabalho
08 setembro, 2011.
A banda americana Amon, que conta com os irmãos Eric Hoffman e Brian Hoffman (ambos ex-Deicide) em sua formação, está no estúdio do produtor Mark Prator - Redroom Recorders - trabalhando no processo de mixagem de seu novo álbum, denominado Liar In Wait. Em entrevista cedida ao site Blabbermouth.net, o guitarrista Eric Hoffman afirmou que "o som do álbum está brutal! A bateria soa como um helicóptero cheio de esteróides." Mais informações acesse o site oficial.
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Thornspawn - Altars Of The Perversed Flesh
02 setembro, 2011.
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| Thornspawn - Altars Of The Perversed Flesh (DT) (Alastor Rex Prod.) |
O Thornspawn é um grupo veterano na cena Black Metal americana, já tendo lançado ao longo dos seus dezoito anos de carreira, diversos materiais entre demos, split´s, EP´s e full-length´s. Essa Altars Of The Perversed Flesh é uma tape limitada em trezentas cópias que foi gravada durante uma apresentação ao vivo do grupo no ano de 2003 e lançada mais tarde através de uma negra aliança entre as tapes labels Hellspike Rec, Alastor Rex Prod e Nigra Mortis Rec. O que ouvimos, em pouco mais de meia hora de apresentação, do quarteto formado pelos seres Blackthorn (bateria/vocal), Swornghoul (guitarra), Lord Necron (guitarra) e Necroinferno (baixo) é um Black Metal caótico, cru e extremamente satânico. Dos oito mísseis gravados destaco as malditas Bestial Darklords Of War, Conspirators Of The Graven Image, Occult Black Death, além das fudidas homenagens aos mestres Necrovore (Divus De Mortus) e Beherit (Hail Sathanas). A gravação, apesar de tosca, não compromete em nada o resultado final, e a capa é de uma "beleza singela" que deixaria sua avó encantada. Recomendado! (Por: Saulo Baldim Gandini)
Contato: Myspace - www.myspace.com/officialthornspawn
Contato: Myspace - www.myspace.com/officialthornspawn
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Saulo Baldim Gandini
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Horror Pain Gore Death Productions lança Split-CD
17 agosto, 2011.
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| Claws / Grave Wax (Split - CD) |
A gravadora norte americana Horror Pain Gore Death Productions lançará no dia 20 de Setembro de 2011 um Split-CD com os grupos Claws e Grave Wax, cada um oferecendo duas novas músicas exclusivas. O Claws conta com o faz tudo Lasse Pyykkö (Hooded Menace, Acid Witch e outros) tocando um Death Metal clássico no estilo de conceituados grupos do porte de Incantation, Grave e Asphyx. Já o Grave Wax conta com ninguém menos que Kam Lee (Death, Massacre e outros) em sua formação. Além de Kam, completam a banda os gêmeos Mark e Mike Riddick e Brian Forman. A sonoridade é um old school Death Metal influenciado por pútridos nomes como Carcass, Autopsy, Impetigo e Mortician. O track listing será: Pestilent Scavenger / Reaching For The Rotting (Claws) e Adipocere Formation / Sarcophagae Swarm (Grave Wax)
Contatos:
www.horrorpaingoredeath.com
www.horrorpaingoredeath.com
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The Royal Arch Blaspheme - The Royal Arch Blaspheme
29 julho, 2011.
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| The Royal Arch Blaspheme (Hells Headbangers Records) |
A principio o nome The Royal Arch Blaspheme pode soar desconhecido para alguns hellbangers, mas ao pegar o encarte e olhar o nome dos integrantes envolvidos neste culto de profanação, nos deparamos com as ilustres presenças de Imperial (vômitos) e John Gelso (guitarras/baixo/bateria), seres pertencentes as entidades Krieg e Profanatica respectivamente, em sua formação. Nas dez faixas contidas neste debut álbum, a dupla estupra os ouvidos dos menos desavisados, com quarenta minutos de um Black Metal sujo, avassalador e extremamente doentio. A gravação é muito boa e a produção gráfica é excelente. Complicado citar alguma música, pois todas são magistrais, mas destaco a faixa de abertura Denial Of The Holy Spirit, a rápida Jahbulon, Via Crucis, Dead Eucharist, Seven Devils Of Ejaculation e a mórbida Kingdom Of Perversions que encerra o álbum com direito a vários sons de gemidos femininos ao fundo. Fãs de sons extremamente intrincados e com "melodias bonitinhas" passem longe deste material, pois isso aqui é um autêntico holocausto sonoro! O The Royal Arch Blaspheme é um grupo que merece ser ouvido com atenção, principalmente por pervertidos e doentes mentais admiradores de bandas na veia do Profanatica. (Por: Saulo Baldim Gandini)
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Angelcorpse - The Inexorable
24 julho, 2011.
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| Angelcorpse - The Inexorable (Osmose Productions) |
Sempre achei o Angelcorpse um grupo injustiçado. Apesar deles gozarem de um certo prestígio na cena underground, eles nunca alcançaram um patamar de reconhecimento em relação aos outros grupos de Death Metal da época. Uma pena, pois para mim, o Angelcorpse foi uma das melhores bandas de Death Metal surgidas na metade dos anos noventa. Eram poucos os grupos no metal extremo com soavam tão afrontadores como esses dementes norte-americanos. Com a ótima aceitação de seus dois primeiros trabalhos, Hammer Of Gods e Exterminate, o Angelcorpse trancou-se no estúdio Morrisound com a supervisão do produtor Jim Morris para conceber o seu melhor trabalho, o fudido The Inexorable. A progressão que os "Goats To Azazel" alcançaram neste álbum é perceptível com a adição de mais complexidade e intensidade a suas composições. A performace dos músicos também é algo que chama a atenção, com Gene Palubicki tocando riffs intricados e solos velocíssimos, Pete Helmkamp com seus vocais impressionantes, vomitando todas as letras com um ódio e agressividade fora do normal, além de formar uma entrosada cozinha com o mostro Tony Laureano. Aliás, por falar em Tony, a única ressalva sobre o seu trabalho neste álbum é que, apesar de soar absurdamente rápido e preciso, faltou acrescentar um pouco mais de variações em suas batidas. Mas nada que comprometa as músicas como um todo. A produção é perfeita, conseguindo atingir o equilíbrio entre a sujeira e nitidez e realçando ainda mais o poder de fogo de pedradas devastadoras do porte de Stormgods Unbound, Smoldering In Exile, Wolflust (a melhor do álbum) e Solar Wills. A capa é assinada mais uma vez pelo mestre Joe Petagno. Vale salientar que no final da turnê desse álbum (que foi em conjunto com o Cannibal Corpse e Krisiun), o vocalista/baixista Pete Helmkamp decidiu deixar o Angelcorpse alegando motivos pessais. O grupo finalizou essa turnê com Alex Camargo (Krisiun), substituindo Pete. Pouco tempo depois a banda decidi encerrar suas atividades voltando somente em 2006, gravando um novo álbum em 2007 e encerrando novamente suas atividades em 2009. Porém isso é uma outra história. Como curiosidade a versão limitada traz duas músicas bônus: When Abyss Winds Return e um cover para Desecration Of Virgin do nosso Sarcófago. Apesar de não trazer nada de novo ao estilo (como se isso fosse preocupação...), The Inexorable é um excelente disco de Death Metal e recomendando a todos os metalheads admiradores de grupos como Blasphemy, Morbid Angel e Sarcófago. (Por: Saulo Baldim Gandini)
Contato: Myspace (Não Oficial) - www.myspace.com/angelcorpse666
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Morbosidad – Profana la Cruz del Nazareno
01 julho, 2011.
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| Morbosidad - Profana la Cruz del Nazareno (Nuclear War Now! Productions) |
Arghhhhhhh! Finalmente os adoradores de Blasphemy e Beherit voltam a estuprar os ouvidos dos hellbangers com mais um maldito artefato, após um intervalo de quatro anos do lançamento de Cojete a Dios por el Culo (2004). O Morbosidad já está na cena desde 1993 e já lançou diversos materiais, dentre os quais, podemos citar demos, EP´s, Splits além do seu primeiro full-length já mencionado acima. O grupo ficou parado durante quatro anos devido à morte de seu baterista original (Yegros), voltando apenas em 2000. Bem, nosso foco aqui é o seu segundo álbum e musicalmente os caras não modificaram em nada sua bastarda sonoridade. Continuam tocando seu sujo Black/Death Metal cru, ríspido e com letras abordando morte, guerras e satanismo. Profana la Cruz del Nazareno inicia-se com um breve intro, emendada com Ceremonia Con El Diablo, onde se destacam a bateria velocíssima de Goat Destroyer, os riffs crus de Zolrak e os vocais insanos de Thomas Strench, que vomita todas as letras em castelhano. Outros destaques: Sangrada Cruz Invertida, Poseido Por El Diablo, Inmortalidad Diabolica e Morboso Metal. As composições são curtas e mal deixam o ouvinte respirar! Por fim a última faixa é um cover para Deathrash do nosso saudoso Sarcófago, que prova todo o respeito que o grupo brasileiro tem perante o mundo. Vale destacar também a profana ilustração da capa, desenhada pelo renomado Chris Moyen, responsável por vários trabalhos com bandas do porte de Incantation, Blasphemy, Beherit, Embrace Of Thorns, Throneum, etc. Maníacos admiradores do mais necrounderground não percam tempo e adquiram esse holocausto sonoro! (Por: Saulo Baldim Gandini)
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Dark Angel - Darkness Descends
19 maio, 2011.
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| Dark Angel - Darkness Descends (Combat Records) |
Como disse no meu artigo 1987: O Ano do Esporro Metálico? “Álbuns como Reign In Blood do Slayer, Master Of Puppets do Metallica, Pleasure To Kill do Kreator e Eternal Devastation do Destruction encabeçavam a cena mais extrema naquele longínquo ano de 1986” . E talvez estes álbuns foram um dos ingredientes que foram utilizados por algumas bandas no ano seguinte: 1987 Após o lançamento do debut We Have Arrived, o Dark Angel lançou em 1986 o seu segundo ato de destruição, o álbum Darkness Descends. Primeiro álbum com o baterista, ou melhor, a locomotiva Gene Hoglan, talvez um dos músicos mais diferenciados do Thrash Metal. O álbum reflete a sonoridade “Thrash” mais extrema do Metal na década de oitenta. Os riffs ultra rápidos de Jim Durkin e Erik Meyer dilaceraram os ouvidos alheios na época, o vocal veloz e agressivo de Don Doty, acrescentou elementos que em conjunto apresentavam uma grandiosa voracidade. A apresentação do disco começa com a poderosa faixa auto-intitulada, outras faixas como The Bunrning Of Sodom (vide aceleração fora do normal), Hunger Of The Undead, Merciless Death (essa um dos hinos da minha trajetória headbanger), Death Is Certain (Life Is Not), Black Prophecies (essa possui o riff mais arregaçado da história do Heavy Metal) o álbum termina com a longa e ácida faixa Perish In Flames. Todos os tracks de Darkness Descends soam como hinos de guerra, uma sonoridade avassaladora que contribuiu e muito para a inspiração de diversas bandas de Thrash, Death e Black Metal. Registro tão importante quanto Reign In Blood do Slayer. (Por: Lucas Deathim)
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Saulo Baldim Gandini
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Entrevista - Morbosidad
06 maio, 2011.
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| Tomas Stench - Morbosidad |
Fanáticos adoradores de Blasphemy, Beherit e Sarcófago o Morbosidad começou a espalhar a praga no necro-underground em 93. Executando um Black/Death Metal cru, ríspido e extremamente satânico o grupo já lançou diversos materiais entre demos, Splits e álbuns, sendo que o mais recente é o fudido “Profana la Cruz del Nazareno”. Nesta entrevista, realizada pelo goatbrother Gordoroth Vomit Noise (Catabumba), o vocalista Tomas Stench nos conta sobre as influências do grupo, a cena americana e outros detalhes interessantes. Preparem-se para a total aniquilação!
Por: Gordoroth Vomit Noise
Por: Gordoroth Vomit Noise
1-) Hailz, carbon! Por favor, vamos começar a entrevista com uma breve biografia do MORBOSIDAD, porque são muitos os bangers brasileiros que não conhecem a horda.
Tomas – O "culto morboso" foi formado em 1993. Um ano depois nós gravamos a demo "Santisima Muerte", mas, duas semanas depois, nosso baterista faleceu. Por conta deste fato nós nunca lançamos a demo como um material oficial. Nós paramos as atividades com a horda por cerca de quatro anos e, em 1998, nós nos juntamos novamente, com uma nova formação e idéias diabólicas e gravamos nosso trabalho auto-intitulado, que veio a ser lançado em 2000. Depois disso, estamos espalhando a "doença morbosa" através de alguns EPs, uma fita ao vivo, o segundo álbum, entre outras merdas.
2-) Nos dê as influências musicais do MORBOSIDAD. Dá para perceber que a banda tem influencias de nomes como SARCOFAGO / BEHERIT... Como vocês fazem para compor?
Tomas – Os maníacos comparam a horda com o grande BLASPHEMY, BEHERIT e, claro, SARCÓFAGO! Como compomos?! Nada de especial. Se preciso escrever umas músicas, eu sento no meu canto com uma garrafa de tequila ao meu lado e começo a escrever o que eu sinto e vejo neste mundo patético...
3-) Além dos típicos CDs, vocês têm lançado seus materiais nos kults formatos de LP e cassete! Qual o significado em lançar uma fita ou vinil para a banda?
Tomas – Não há nada mais maligno e primitivo do que LPs e cassetes! Este sim é o verdadeiro sentimento underground!
4-) Notei que cada lançamento do MORBOSIDAD saiu por um selo diferente... Vocês nunca fecharam um contrato para mais de um lançamento?! Como é esta relação entre a banda e selos que os lançaram como EVIL MORGUE e HELL’S HEADBANGERS? Fale-nos sobre os selos que você considera como verdadeiros na cena underground.
Tomas – Nós nunca assinamos um contrato com um selo sequer... Nós odiamos contratos! Gostamos de lançar por vários selos diferentes, o que lhes dá a chance de possuírem o "culto morboso" nas suas fileiras! Sem comentários em relação a ‘evil morgue’, cara. O selo não é e nunca será underground. Já a HELL’S HEADBANGERS, eles são 666% dedicados ao seu trabalho e os caras sempre acabam por lançar materiais excelentes! Eles nos apóiam assim como o MORBOSIDAD também os apóia!
5-) O Brasil possui muita tradição na cena Metal, graças a velhas bandas que foram muito importantes para nosso underground (SARCÓFAGO, SEPULTURA, HOLOCAUSTO, VULCANO, SEXTRASH e outras mais). O que conhece ou já escutou da antiga cena brasileira? O MORBOSIDAD possui influencia de alguns destes nomes? O que você conhece da "nova" cena brasileira?
Tomas – A cena old-school do Brasil é, para mim, como a seleção de futebol de 70, cara! Matadora e única, como o Inferno! Puro sentimento e dedicação ao máximo! Como não saber sobre a antiga cena daí, amigo? Estas bandas foram as melhores, e continuam primitivas e infernais até hoje! MORBOSIDAD aprecia as bandas old-school do Brasil, e estas bandas são partes do MORBOSIDAD, uma vez que possuem forte influência sobre nós. Eu estou sempre recebendo inúmeras demos de bandas do Brasil. Algumas são boas pra caralho, mas outras não possuem aquele sentimento antigo e verdadeiro como as velhas bandas possuíam. Tudo porque estas bandas estão fazendo este típico som europeu de bandas como DARKTHRONE e hordas semelhantes...
6-) Tomas, diga-me o que você pensa a respeito da atual cena Death/Black nos EUA... É perceptível que a cena norte-americana sofre do modismo que sempre toma conta de seu país.
Tomas – Poderia ser melhor... Uma vez que temos hordas demoníacas como BLACK WITCHERY, MANTICORE e outras. Mas sempre vão existir as porcarias para estragar o movimento... Mas a verdade é que esta cena nos EUA está ficando mais forte e, no futuro, nós tomaremos parte na aniquilação da humanidade!
7-) Como foi para vocês fazerem parte de uma tour com a lenda japonesa SABBAT?! Vocês excursionaram nos EUA com os japoneses, certo?
Tomas – Foi infernal! Será sempre um prazer dividir o palco com bandas aniquiladoras, e SABBAT definitivamente é uma delas! Não... Nós tocamos com eles apenas em San Francisco (Califórnia). Mas os japoneses fizeram vários shows nos EUA e México!
8-) O que você deseja passar em suas letras? Qual sua opinião de ocultismo e satanismo?
Tomas – Pura blasfêmia! Você precisa adorar ambos, caso contrário você não está neste mundo.
9-) Como tem sido a resposta ao "morboso culto" na Europa?
Tomas – Boa pra cacete! É sempre fudido saber que os maníacos europeus adoram o "culto morboso" como o Inferno! É isto que nos torna mais primitivos e malignos a cada vez que lançamos algo novo, é para destruir as mentes a dar a todos os ouvintes a música extrema como uma droga!
10-) Uma última questão para que você possa amaldiçoar os bangers brasileiros!
Tomas – Fuckin morbososo y bestiales salutos, cabrones! Eu idolatro sua cena e melhor que vocês mantenham esta porra da mesma maneira! Apóiem o underground e morte aos falsos... Portem-se mal! Na total destruição...
Postado por
Saulo Baldim Gandini
às
23:48
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