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Em Ruínas – "...From The Speed Metal Graves"

11 janeiro, 2012.
Em Ruínas - "...From The Speed Metal Graves"
Esta é a primeira promo dos guerreiros do Em Ruínas, intitulada “... From The Speed Metal Graves”. Formada em 2002, com a não concretização de dois projetos (M.A.S.S e Hellrazor) o Em Ruínas nos brinda com um fudido Speed Metal que inclui quatro faixas, sendo duas de estúdio -“Burn In Hell (The Self Damnation)” e “Son Of Hell (Hammer´s Trial)” - e mais duas ao vivo - “Morbid Pits” e um medley excelente, para o igualmente excelente Violent Force, com as músicas “Destructed Life/Dead City”. A qualidade de gravação das músicas tanto de estúdio como nas ‘in loco’ ficaram muito boas, sendo nessas últimas a produção conseguiu realçar todo o feeling infernal que o grupo tem. Matador assim como os outros trabalho do grupo! (Por: Saulo Baldim Gandini)

Contato: Myspace - www.myspace.com/emruinas






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Evil Church – Brains Rotten For Lies

01 setembro, 2011.
Evil Church - Brains Rotten For Lies
(Lux Ferre Produções)
Excelente iniciativa do selo cearense Lux Ferre Produções em relançar essa segunda demo do Evil Church, intitulada Brains Rotten For Lies. Formado em 2002, esse promissor grupo já tinha chamado a atenção no underground com sua demo anterior, The Lust Satan´s Throne, antes de nos brindar com esse artefato que contém quatro faixas, sendo que três músicas próprias e um interessante cover para Life Eternal do Mayhem. Ouvindo atentamente esse trabalho reparamos que a sonoridade do Evil Church é bastante influenciada por grupos na linha do Marduk, Enthroned e Sarcófago, ou seja, nada de melodias “bonitinhas”, intervenções de teclados, vozes limpas ou coisas do tipo. Aqui o que impera é a velocidade absurda da cozinha, os riffs gélidos e vocais rasgados. Apreciei todas as composições, mas destaco a faixa de abertura Open The Gates Of Hell e a faixa título Brains Rotten For Lies pelos seus ótimos riffs, cozinha perfeita, excelentes partes lentas e uma produção sonora e gráfica acima da média. Vale lembrar aqui que o grupo lançou seu primeiro full-length, Subjugating The Faith´s Crawlers... no ano passado. Apreciadores da vertente mais brutal do Black Metal não deixem de conferir os materiais deste excelente grupo. (Por: Saulo Baldim Gandini)

Contato: Myspace - www.myspace.com/evilchurchbr




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Corpse Grinder - Hail To Death Metal Legion

03 agosto, 2011.
Corpse Grinder - Hail To Death Metal Legion
(Kill Again Records)
Essa é uma das bandas que acompanho desde o final dos anos 90, isso porque estão na ativa desde 1987. Os conheci com a demo Necrorealism, e se compararmos ela com o Hail To Death Metal Legion notamos que a banda evoluiu com certeza, porém continua fiel as suas raízes para alegria dos bangers. Esse é o terceiro full-length deste quarteto mineiro e nunca um título caiu tão bem a um álbum como este, pois é um deleite aos amantes do Metal da Morte! São dez faixas do puro Death Metal, um disco completo onde é impossível destacar uma só música, um disco que poderíamos dizer que é um tributo ao estilo, um culto aos antigos discos de bandas como Death, Massacre, Brutallity, entre tantas outras. Corpse Grinder é composta por Júnior- Guitar Vocal; Flávio – Bass; Rômulo – Drums e Hélio – Guitar. Sem sombra de dúvidas Corpse Grinder deixou um clássico para o underground nacional. DEATH METAL RULES! (Por: André Chaves)

Contatos: E-Mail - heliohell@hotmail.com



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Devil on Earth – Hunting, Shooting, Slashing and Thrashing

26 julho, 2011.
Devil on Earth - Hunting, Shooting, Slashing and Thrashing
(Kill Again Records)
Porra, mas que desgraça é isso aqui! Parece que os caras pegaram algum play antigão do Kreator e multiplicaram a velocidade por cinco! É óbvio que não podemos resumir a sonoridade do conjunto apenas nisso, pois o Speed/Thrash Metal executado pelo quarteto de Barra Bonita (SP) possui muito mais qualidades, principalmente nos inspirados riffs de guitarra, um convite a quebrar os pescoços dos headbangers mais desavisados. O grupo já tinha chamado a atenção no underground com o lançamento da demo Cold Reality (2003) e finalmente a Kill Again Records nos fez um grande favor e lançou o primeiro trabalho dos caras, o massacrante Hunting, Shooting, Slashing and Thrashing. Após a instrumental The Attack o Devil on Earth já entra detonando com a velocíssima No Escape onde todas as características escritas acima são comprovadas, ou seja, riffs crus e mortais, vocais gritados (que lembram os de Mille do Kreator) e uma cozinha esmagadora. Outras faixas a se destacar são: Torment In Fire, Metal Mass (um absurdo!), Werewolf e a faixa que dá nome ao grupo Devil on Earth. Por fim, temos uma homenagem ao grande Exumer, com o cover do clássico Possessed By Fire, tocado com total fidelidade ao original. O desenho da capa é simples e sem frescuras e a produção capta todo aquele feeling daquela mágica época dos anos 80. Como presente, temos a demo Cold Reality como bônus, para que o ouvinte perceba toda a evolução alcançada pelo grupo. Uma grata surpresa! (Por: Saulo Baldim Gandini)




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Watain - Sword To The Dark

24 junho, 2011.
Watain - Sword To The Dark
(Season Of Mist)
Em minha resenha anterior comentei que os suecos do Watain alcançaram um nível de evolução e reconhecimeto enorme perante a cena com lançamento de Lawless Darkness. Porém, todos nós sabemos que isso não seria possível se a qualidade de seus dois primeiros álbuns (os doentios Rabid Death´s Curse e Casus Luciferi) e principalmente Sword To The Dark, fossem insignificantes. Pois bem, cá estou eu para escrever justamente sobre o trabalho que ascendeu o nome Watain perante a cena Black Metal mundial: o fudido Sworn To The Dark. Gravado no Necromorbus Studios, o que o leitor irá encontrar nesse trabalho são onze devastadoras faixas (duas são intros) de um Black Metal tipicamente sueco, ou seja, por trás de todo extremismo perpetuado pelo trio, podemos reparar na técnica apurada dos músicos, principalmente o batera Hakan Jonsson, que é uma máquina de bater. O álbum abre com Legions Of The Black Night, música dedicada ao líder do Dissection, Jon Nödtveidt, que se suicidou em 2006. Essa faixa é bem variada, pois começa velocíssima, mas que logo em seguida cai para um ritmo mais cadenciado onde entra os vocais odiosos de Erik Danielsson. Destaque também para os solos de guitarra que ficaram muito bons. Satan´s Hunger também começa veloz e possui um ótimo riff no decorrer da mesma, que chama a atenção. Com certeza um dos destaques do álbum. Após uma pequena intro, o grupo entra destruindo tudo com a insana Storms Of The Antichrist, um verdadeiro míssil em forma de música. O álbum segue com The Light That Burns The Sun, a faixa-título Sworn To The Dark (mais cadenciada) e a fudida Darkness And Death. O trabalho é encerrado com a longa e épica Stellarvore que possui um refrão que com certeza todos irão gritar nos shows do grupo. Altamente recomendável, assim como todos os outros lançamentos. (Por: Saulo Baldim Gandini)

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Desaster – 666 Satan´s Soldiers Syndicate

09 junho, 2011.
Desaster - 666 Satan´s Soldiers Syndicate
(Metal Blade Records)
Após um intervalo de dois anos de seu último lançamento (Angelwhore) os alemães do Desaster voltam com tudo e soltam mais um matador play intitulado 666 Satan´s Soldiers Syndicate. Duas coisas me chamaram a atenção em relação ao álbum anterior. A primeira é que finalmente a voz de Sataniac se encaixou no som do Desaster, pois nota-se o cara bem mais a vontade no grupo, vomitando as letras com toda sua fúria. A  outra é que esse trabalho é muito mais direto que Angelwhore, com músicas mais curtas e mais extremas. Musicalmente o Desaster não mudou em nada e continua detonando o seu Black/Thrash Metal ríspido, cru e com clara inclinação oitentista, com um feeling arrasador. Após uma pequena intro denominada “The March Of Fire And Conquest” (por sinal composta por Proscriptor do Absu) o grupo já entra quebrando os pescoços dos headbangers com a massacrante faixa título, onde todas as características descritas acima são comprovadas. Fora isso outras composições como “Angel Extermination” (fodida!), “Razor Ritual”, “Hellbangers” (essa já é clássica), “Fate Forever Flesh” (com uma veia bem Black Metal, principalmente nos riffs gélidos de Infernal), “Tyrannizer” (bem épica e cadenciada, com participação de A.A. Nemtheanga do Primordial) e a curta e direta “Venomous Strench”, não negam fogo em momento algum. Com vocês podem ver eu citei quase todas as músicas, ou seja, o Desaster conseguiu fazer mais um grande álbum que com certeza irá arrematar mais uma leva de maníacos pelo som do grupo. Fora isso o encarte é muito caprichado, feito com papel envernizado que ao desdobrá-lo esconde uma surpresa. Altamente recomendo aos amantes da velha escola. (Por: Saulo Baldim Gandini)

Contato: Myspace - www.myspace.com/desaster



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Headhunter DC – God´s Spreading Cancer...

06 junho, 2011.
Headhunter DC - God´s Spreading Cancer...
(Dying Music)
Após um intervalo de sete anos do lançamento do seu último trabalho ...And The Sky Turns To Black o Headhunter D.C. volta com mais um petardo do mais puro Metal da Morte intitulado God´s Spreading Cancer... (nome brilhante não?) lançado pela Dying Music. Gravado no Casa das Máquinas Studio, na cidade natal do grupo, Salvador (BA), o que vemos nesse trabalho é um Headhunter mais técnico, mórbido e ainda mais comprometido com o Death Metal. O álbum abre com a blasfema intro denominada Dysangeliun, onde é narrada a morte de cri$to, logo emendada pela fodida God´s Is Dead. Nela podemos já notar o ótimo trabalho dos guitarristas Paulo Lisboa e Fábio Nosferatus, que despejam riffs mortais, do mais puro old-school Death Metal. As linhas de baixo de Zubert Buery são marcantes e Thiago Nogueira, mais uma vez rouba a cena, com um trabalho extremamente técnico na bateria. Vale salientar que o próprio assinou a produção do álbum. Já Sérgio Ballof, não tem nem o que comentar, pois o cara é um dos melhores vocalistas de Death Metal da atualidade com suas variações vocais (ora guturais, ora mais rasgadas). O álbum segue com as massacrantes Stillborn Messiah (clássica, com uma veia Morbid Angel), a curta Abortion Of Souls e a cadenciada faixa título, que expressa toda a maturidade musical que o grupo atingiu todos esses anos. Já Angelkiller, o Headhunter D.C. faz uma homenagem ao ThrashMassacre, uma das primeiras bandas de metal extremo do Nordeste e que já integrou o vocalista Sérgio Ballof. Essa faixa é um pouco diferente das demais, com sua sonoridade mais puxada para o Speed/Thrash Metal, na linha de bandas como Assassin e Whiplash. Ainda temos a marcante Inner Demons Rise, antes do álbum encerrar com o hino Long Live The Death Cult, uma homenagem ao Death Metal e a uma das maiores influências do grupo e do estilo, os mestres do Possessed. A pequena introdução com as falas de Jeff Becerra ao vivo realmente é de arrepiar. Simplesmente matador! 666 (Por: Saulo Baldim Gandini)

Contato:
Myspace - www.myspace.com/headhunterdc




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Hellkommander – Death To My Enemies

27 maio, 2011.
Hellkommander - Death To My Enemies
(Dark Sun Records)
Sim, isso sim é Death Metal! Ao contrário das tentativas frustradas que andei acompanhando de se tocar Death Metal sem ter noção alguma do que se faz, com modismos, com desespero em crescer e com muita, mas muita imaturidade. Esse sim é um exemplo de que pessoas sérias fazem o Heavy Metal em geral acrescentar algo em nossas vidas. A banda contém membros do Diabolic Force, Grave Desecrator, Farscape e Sodomizer, o que pode explicar o porque do disco ter tamanha maturidade e de sua sonoridade ser altamente fiel a sua proposta. No que se diz a arte do disco podemos concluir que é simples, porém atinge muito bem a proposta da banda. O que mais me impressionou foi que apesar de ser um ensaio está muito bem gravado e mixado. Eu jamais iria perceber que é um ensaio se Leatherface não me informasse. O Rio de Janeiro não nos decepciona tanto quanto à Metal, é uma cidade que produz bandas maravilhosas e essa é mais uma para o cast da cena carioca. O disco inicia com a faixa “Gift Of Death”, com maravilhosas pitadas de pedal duplo e uma guitarra não muito pesada, retirada sua necessidade de peso, uma vez que o próprio disco em conjunto tem um aspecto pesado. O vocal de Poisonhell nessa faixa é algo que fica entre Posssessed, porém bastante grave. O engraçado é que várias vezes me peguei curtindo as passagens retas da música pensando que era um D-beat, pois o clima me traz lembranças do bom hardcore sueco com suas guitarras metalizadas cujo tenho queda. Mesmo parecendo uma blasfêmia acusar o Hellkommander de aparentar ter pegadas de D-beat, não é uma conclusão, apenas uma percepção pessoal que tive ouvindo o debut seguidas vezes. Supostamente a banda talvez nem tenha pensado nisso! A proposta da banda é Death Metal e isso fica claro na “Dog From Hell", repleta de pedaladas e o vocal marcante. A terceira faixa se chama “The Cursed” e essa merece uma atenção especial por ser mais cadenciada. É a faixa que mais gosto e tem um clima bastante carregado, assim como boa parte do disco. E o final dela é inesperado, maravilhoso. O bumbo é uma ponte para o inferno. E há outro motivo especial dessa música ser faixa de destaque do disco: É uma composição que estaria no Diabolic Force. A próxima faixa se chama “Armageddon, I Want It Now!” e essa também é bastante carregada pelas pedaladas de Adrameleck e que reforço em dizer que é bastante marcante no disco. Não estranhe a passagem que cita um “666” durante a música, deve ser coisa do Leatherface, com certeza. “Nuclear Graves”: Seria o Sarcófago? Blasphemy? Sodom? Beherit? Não! Ainda é Hellkommander! Essa faixa expressa bastante a diversidade de influências da banda reforçando o quesito maturidade uma vez já citado. A faixa “Morbid Obsession” é uma instrumental macabra oriundas da imaginação de Leatherface, vale a pena ser ouvida para sentir um pouco de malevolência e insanidade... Em “Black Rites” continuamos a saga Death Metal desses maníacos e nos deparamos com outra música diferenciada pela levada na bateria. “Execute The Weak” finaliza esse petardo com uma bela sinfonia para destruição. O Hellkommander inicia suas atividades com um belo debut, não deixando a desejar. (Por: Uriel Juliatti Valle)


Contato: Myspace - www.myspace.com/hellkommander



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Bestial Mockery / Destruktor – Metal Of Death (Split)

22 maio, 2011.
Bestial Mockery / Destruktor - Metal Of Death (Split)
(Hells Headbangers Records)
Lançado em 2007, pela Hells Headbangers, este doentio Split traz duas das mais caóticas e impuras bandas do cenário extremo mundial. Após uma intro com a clássica música O Fortuna de Carl Orff os suecos do Bestial Mockery (que infelizmente encerraram suas atividades) já entram fodendo com tudo com Metal Fucking Death onde destacam-se o trabalho rapidíssimo da cozinha, os riffs e solos caóticos e os vocais vomitados (ótimos por sinal) de Master Motorsag. Após esse começo arrasador, temos a viajante instrumental Riding The Vortex, mas não se engane, pois assim que essa música termina o grupo finaliza sua participação com a curta e mortal Master. Logo em seguida é a vez dos australianos do Destruktor atacar com o seu Black/Death Metal com dois satânicos hinos: Meccademon (posteriormente usada no debut Nailed) e Hail The Black Goat. Não deixe de conferir esta pequena pérola do necrounderground, pois vale muita a pena! (Por: Saulo Baldim Gandini)

Contatos: Myspace: www.myspace.com/bestialmockery666 (Bestial Mockery) / www.myspace.com/666destruktor (Destruktor)
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Nocturnal Graves – Satan´s Cross

10 maio, 2011.
Nocturnal Graves - Satan´s Cross
(Nuclear War Now! Productions)
E a Austrália não cansa de trazer bons nomes para o Metal Extremo. Fica mais uma vez comprovado que na terra dos cangurus o que vale mesmo é a qualidade e não a quantidade. O maior país da Oceania que é famoso por revelar atrocidades para o underground como Deströyer 666, Bestial Warlust, Gospel Of The Horns, Trench Hell, Destruktor acaba de nos brindar com mais outro grande nome denominado Nocturnal Graves. O que esse debut denominado Satan´s Cross nos traz é um Black/Death Metal (a lá Sarcófago, Beherit e Blasphemy) misturado com Thrash Metal (a lá Destruction e Sodom). São oito faixas devastadoras dotadas de velocidade extrema, solos caóticos, vocais ríspidos e letras abordando temas como satanismo, ocultismo e morte. A produção é ótima, suja, mas audível onde realçam mais ainda pedradas do porte de Agressive Extermination, Rotten Cremation, Whore Of Sodom, When The Demons Feast e a faixa título. Sem dúvida trata-se de um material para cravar o nome do Nocturnal Graves como um dos mais extremos e respeitados nomes da cena australiana e mundial. (Por: Saulo Baldim Gandini)   
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Sodomizer – The Dead Shall Rise To Kill

28 abril, 2011.
Sodomizer - The Dead Shall Rise To Kill
(Marquee Records)
Depois da ótima receptividade do debut “Tales Of The Reaper” o Sodomizer lança o seu segundo petardo, o magistral “The Dead Shall Rise To Kill”. Um fato que logo chama a atenção nesse álbum são as saídas de Ripper (vocal) e Adrameleck (bateria).  Warlock que antes ocupava o posto só de guitarrista passou também a fazer os vocais e Zombie assumiu as baquetas. A voz de Warlock é bem diferente, muito mais agressiva e insana que a de Ripper, fato que me agradou bastante. Zombie também acrescentou mais velocidade e técnica ao som do grupo, fato que já é comprovado na primeira faixa “Blessed By The Virus Of Death”. Ela começa com uma intro de canto gregoriano, que logo é emendada a um solo de guitarra inspiradíssimo. Encerrada essa parte a banda entra massacrando com seu Black/Speed Metal ou como eles costumam dizer “Heavy Speed Devil Metal” da mais alta qualidade. “Undead Revenge” é mais rápida, com destaque para os riffs e vocais de Warlock, uma faixa realmente matadora! A terceira chama-se “Cenobites”, que para mim é a melhor de todo o álbum. Como o nome já entrega é uma música totalmente inspirada no filme Hellraiser de Cliver Barker. Em seguida temos “Sexual Beast” uma ode a perversão e a luxúria. A próxima e a regravação de “Night Of The Witch”, do primeiro álbum, que ficou simplesmente fantástica, com muito mais agressividade que a original. Destaque para os samples de filmes de terror que foram incluídas no meio da música, que ficaram ótimos. O grupo ainda nos brinda com “Dead By Witchcraft” e “Bring Your Dead” (fodida!). A seguir temos a obscura instrumental “Heavy Metal Horror” que em minha opinião, foi muito influenciada pelo Iron Maiden (old), principalmente o começo. Depois dessa macabra viagem instrumental ainda temos “Unholy Forces Of Darkness” (com vários samples tirados do clássico Evil Dead) e encerrando perversamente com “Katalepsy II”. Outro detalhe que não pode passar despercebido é a capa do álbum, totalmente inspirada nos antigos filmes de zumbis dos anos 70, principalmente o clássico italiano “Zombie” de Lucio Fulci. O Sodomizer lança um grande álbum, cravando seu nome como um dos melhores grupos nacionais dessa nova safra. Altamente recomendado!
(Por: Saulo Baldim Gandini)


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